1. Portugal precisa de uma voz que defenda a política da Esperança, acreditando que, se fizermos por isso, "melhor é possível". O MEP será essa voz.
2. Portugal precisa que os seus cidadãos se mobilizem para os desafios difíceis do nosso tempo, sem desistência, nem lamúria. O MEP impulsionará essa mobilização.
3. Portugal tem grandes desafios à sua frente para reforçar a justiça social e promover a coesão. O MEP assumirá esses desafios.
4. Portugal precisa, no seu sistema político, de uma nova força que traga uma visão positiva e optimista, de quem acredita nas portuguesas e nos portugueses. O MEP será essa força.
5. Portugal precisa de cuidar do seu futuro, promovendo as famílias, dando prioridade às suas crianças e jovens, bem como respeitando o seu passado, através da cidadania plena dos seniores. O MEP cuidará do futuro e respeitará o passado.
6. Portugal exige uma nova atitude que una em vez de separar, que dialogue em vez de ofender, que construa em vez de destruir. O MEP protagonizará essa atitude.
7. Portugal necessita de abrir espaço à participação de cada um de nós, para uma democracia mais próxima do cidadão. O MEP será uma das vias.
8. Portugal num mundo global e interdependente, precisa de quem afirme a nossa vocação cosmopolita e de quem defenda a solidariedade como princípio de convívio dos povos e nações. O MEP será esse protagonista.
9. Portugal precisa que novas pessoas se disponibilizem para servir o bem comum através da política. Pessoas comuns, como qualquer um de nós. O MEP trará essas pessoas.
10. Portugal necessita de mais protagonistas políticos que só defendam o bem comum e não se prendam a interesses particulares. O MEP defenderá esse caminho.
Laurinda Alves - Cabeça de lista do MEP ao Parlamento Europeu
Siga os links:
Interests
Favorite Music
Favorite Quote
"Tudo o que é construído no mundo é construído pela Esperança". Martin Luther King
Igualdade de oportunidades entre partidos durante a campanha eleitoral: será pedir muito?
Portugal aproxima-se de mais um ciclo eleitoral da maior importância. As eleições legislativas representam a ocasião de ouvir os portugueses sobre quem querem ter como seus representantes na Assembleia da República. É deles esperado que, depois de devidamente informados, possam exercer o seu direito de voto em consciência e em liberdade. A dinâmica democrática pressupõe que no momento em que apresenta a sua candidatura, cada partido tenha igual dignidade e iguais oportunidades. Todos os partidos estão sujeitos à mesma lei e os seus direitos e deveres são comuns. É isso que leva, por exemplo, a que no boletim de voto figurem todos os partidos em igualdade de circunstâncias e a ordem seja sorteada para que nenhum seja favorecido. O mesmo se passa na atribuição de tempos de antena: igual tempo para cada partido e sorteio na ordem de emissão. Aceitaríamos, enquanto sociedade democrática e pluralista, que existisse um boletim de voto em que os partidos com assento parlamentar surgissem em primeiro lugar, em letras maiúsculas e destacadas e os restantes partidos fossem remetidos para o verso do boletim de voto, em letra minúscula, quase invisível? Ora é isso mesmo que tem vindo a acontecer – com honrosas excepções - na cobertura mediática das eleições, quer nas notícias, quer nos debates. O princípio de igualdade de oportunidades tem sido totalmente desrespeitado. É necessário dizê-lo claramente e denunciar que esse tratamento preferencial, nos media, de alguns partidos face a outros conduz obrigatoriamente a um enviesamento dos resultados eleitorais. Numa sociedade altamente mediatizada, onde a informação política chega aos cidadãos sobretudo via media, criar um tratamento diferenciado das diferentes propostas políticas tem um reflexo evidente no (des)conhecimento que os cidadãos têm de algumas propostas e, consequentemente, na sua capacidade de decisão no momento do voto. 2 Neste contexto, surge como justificação dos meios de comunicação social, o tratamento igual entre os partidos com assento parlamentar. Essa opção de dar espaço privilegiado aos seis partidos com assento parlamentar e remeter todos os restantes partidos candidatos para uma rubrica de “outros” não é justa, porque não respeita o princípio da igualdade de oportunidades. É um critério administrativo, não jornalístico e sem respeito democrático. Como podem os cidadãos ser bem informados, se durante a campanha eleitoral vêem e ouvem constantemente falar de alguns partidos, enquanto sobre outros nada se diz? É bom ter presente que numa campanha eleitoral, os votos não vêm na bagagem, transitando das eleições anteriores. O ter tido representação parlamentar não pode ser razão para que uns partam à frente na nova corrida eleitoral. Quando as urnas tiverem ditado o resultado, para a legislatura seguinte, será então justo um atenção diferenciada e proporcional ao peso de representatividade de cada partido. Mas, durante a campanha, até ao momento de contagem dos votos, todos os partidos deveriam pesar o mesmo. Em fase de preparação para as próximas eleições legislativas, o Movimento Esperança Portugal entendeu dirigir esta carta aberta aos jornalistas portugueses. No pleno respeito pela sua competência profissional, pelo seu rigor ético e deontológico, mas apelando também ao seu sentido cívico, o MEP deixa-lhes esta interrogação: “igualdade de oportunidades entre partidos durante a campanha eleitoral: será pedir muito?” Lisboa, 20 de Julho de 2009
Fui ao congresso de sábado na Foz do Arelho e quero começar por dizer que adorei!
Não ia com grande espirito de ouvir muitas politiquisses porque nunca fui muito ligada a isso mas assim que comecei a ouvir fiquei super interessada! Pela primeira vez interessei-me em política e isso devo-o ao MEP!
Também pela primeira vez tenho a certeza de qual é o partido que deve governar Portugal: o MEP! Continuem assim que vão longe!
Para me despedir digo aqui com toda a certeza: o futuro deste país, é no MEP que está, porque MELHOR É POSSÍVEL!
Força MEP (se tivesse idade, eu votaria útil, votaria MEP)!
Obrigado pelo add. Estamos juntos nesta luta pela decência e responsabilização dos actos dos políticos e na criação de um Portugal melhor. Já basta de governos que praticam políticas estéreis de "terra-queimada" com evidente prejuízo para a qualidade de vida dos portugueses que neles ingenuamente confiam...
Olá, Muito obrigado por teres aderido a esta página, agora és membro do grupo de fãs! Aqui, podes saber tudo sobre a banda e também fazer comentários e sugestões, sempre que queiras. Contamos contigo. Grupo_fas_kontagio@live.com.pt
Aqui vos deixo a nova musica dos KontÁgio, não te esqueças de dizer o que achas!!!!!!
Olá! Obrigado pelo pedido de amizade,no domingo passado tiveste a minha preferência e até aqui tinha optado por os partidos que classifico como convencionais,força!
Oh Laurindinha Vamos à janela Ver-te a partir, ai ai ai que tu vais p'ró parlamento europeu!
Agora a parte séria: acredito muito em ti e confio na tua transparência e bondade. Obrigada por teres sido, entre outras coisas, o rosto mais humano (e mais bonito) de todos os folhetos e placards.
Acredito que QUERO, um Pais como mais oportunidades para os Portugueses, mas o meu desejo é acima de tudo de tolerancia, uniao e caridade para TODOS! Quando digo que ACREDITO, faço centrada nos meus principios morais e tambem da minha formaçao religiosa que, primeiramente incutida pelos meus pais (durante a catequese), mas depois por MIM! Ouvindo SEMPRE MAIS ALTO as palavras que o meu saudoso e tao querido Karol Józef Wojtyla.